Economia
Montenegro reconhece que venda da TAP decorre em momento "complicado" para o turismo
Na chegada ao Chipre para participar numa cimeira da União Europeia, o primeiro-ministro falou sobre o processo de compra da TAP, reconhecendo que o mesmo decorre numa altura "muito complicada para o turismo", com a guerra em curso no Médio Oriente.
Luís Montenegro considera que as propostas não-vinculativas que foram apresentadas abrem a “esperança” de que poderão ser recebidas “boas propostas” que salvaguardem “o interesse estratégico de Portugal”, nomeadamente “a manutenção da operação da TAP”, do hub da TAP em Lisboa e a manutenção da operação em mais aeroportos nacionais.
O primeiro-ministro destacou também que a Lufthansa e a Air France KLM, os dois interessados que vão transitar para uma “nova fase”, podem potenciar “sinergias” próprias dos grandes grupos, com o acrescentar de “novas rotas”.
Apesar do “sinal positivo” de uma valorização económica da empresa, o chefe de Governo reconhece que “as circunstâncias atuais não são, sinceramente, as mais favoráveis para a aviação dada a incerteza que ainda temos diante de nós para os próximos meses”-
“O processo está em curso, é minha convicção que apesar disso, ele é compatível e conciliável nos prazos que nós estipulámos para poder ser cumprido sem nenhum prejuízo dos nossos objetivos”, considerou Luís Montenegro.
Espera que a posição europeia sobre o conflito no Médio Oriente ajude a priorizar a via diplomática e a dar “previsibilidade” a nível energético, o que também impacta o setor da aviação.
Apesar do “sinal positivo” de uma valorização económica da empresa, o chefe de Governo reconhece que “as circunstâncias atuais não são, sinceramente, as mais favoráveis para a aviação dada a incerteza que ainda temos diante de nós para os próximos meses”-
“O processo está em curso, é minha convicção que apesar disso, ele é compatível e conciliável nos prazos que nós estipulámos para poder ser cumprido sem nenhum prejuízo dos nossos objetivos”, considerou Luís Montenegro.
Espera que a posição europeia sobre o conflito no Médio Oriente ajude a priorizar a via diplomática e a dar “previsibilidade” a nível energético, o que também impacta o setor da aviação.